História da minha vida, enquanto voltava para casa estava com umas idéias bem bacaninhas para escrever aqui, mas como sempre tudo some, então, cá estou 40 minutos deitado escutando Léo Jaime pensando no que tinha pensado, meu peito já está fervendo com a temperatura do notebook, e claro, nada de lembrança, só esperando duas mensagens...
    Nesse final de semana, talvez (provavelmente) eu esteja errado, mas acho que essa vai ser a primeira vez que vou ter que escolher alguém, ou talvez nem precise, tenho que parar com essa mania de por a carroça na frente dos bois, talvez seja só casual, talvez seja nada, ou talvez seja tudo isso mesmo.
    Já disse mil vezes (não sei aqui) mas adoro essas distrações, de sorrisos bobos, pequenos elogios, descobertas sobre as pessoas, e pensar na possibilidade de alguns outros prazeres.
    Cara, Léo Jaime é muito bom, como eu nunca escutei antes??
    Voltando, é legal pensar na possibilidade de um novo primeiro filme, de conhecer novas piadas, novas histórias para o livro/filme/novela que pretendo fazer, conhecer novas músicas, novas bandas, novos pontos de vistas, comidas nova, caminhos diferentes, ponto de vista diferente... as vezes é bom ser bobo.
    Nossa senhora, tava olhando a timeline do facebook, e uma menina que estudou comigo postou foto com as duas filhas.... eu to é bem na vida kkk
    Falando nisso, muitas mudanças, pra quem desejava o mal, agora estou feliz por ela estar feliz, pra quem eu tinha como braço direito, hoje só espero que não se perca na vida, para quem eu tinha como segunda linha, hoje subiram para primeira, saudade de outros amigos que simplesmente sumiram, e para quem está longe, seria melhor se ficasse assim, pelo menos por mais um tempo, e da familia, super feliz que meu irmão foi bem em Sergipe, quinto lugar não é para qualquer um, vendo esses resultados, tenho que cada vez mais correr atrás das minha vitórias, não que a vida esteja ruim, e eu na merda, nada disso, mas tem uma coisa que falta, que sinto falta, e sinto falta de sentir falta, mas um dia consigo minha câmera, depois consigo fazer minha faculdade de cinema...
    Sempre quis ser musico, tocar um instrumento e cantar, não como um super astro, o que seria bom, mas o suficiente para tocar de um jeito puro e sincero e de qualidade de forma que todos parassem o que estivessem fazendo só para olhar e ouvir, sem precisar falar nada, sem precisar bater palma, sem precisar filmar, sem precisar tirar foto, só pelo fato de sentir algo bom, aqueles pequenos momentos que acontecessem em um dia aleatório e comum (mas depois da música não fica tão comum) em que a gente se lembra pro resto da vida, e torce para um dia escutar essa música de novo. Tipo uma música de um filme de drama, ou de uma comédia romantica, em que se passa uma música que mostra um processo de transição, as vezes ate de finalização, algo no estilo "Só" do Léo Jaime (sim, estou viciado nele)

    Mas como não nasci com o dom e a dedicação da música, ainda tenho uma chance de tocar as pessoas, com meu texto acho muito improvável, não sei escrever muito bom, as pessoas não se interessam mais tanto por ler, é um arte que vai se perder, a arte de blogs de poesia, contos, cotidiano e até mesmo pensamentos. Talvez um livro, mas acho difícil, muita responsabilidade, e eu sou um escritor sem roteiro, que não sabe prender o leitor em cada linha, então, ainda tenho a esperança de cinema, contar algumas histórias, passar mensagens nas minhas produções, sempre quis ser ator, mas vi que isso não é para mim, mas acho que ainda posso ser diretor, na verdade tenho fé nisso, cuidar de câmera, fotografia, coordenar figurino, história, quadros, luz, som, música, e com a junção de tudo, ter uma obra, que talvez tenha 2 mil visualizações no YouTube, talvez uma mini série de 5 capitulos na globo ou na record, talvez um filme de 300 mil pagantes ou quem sabe algo que chegue a concorrer ao Oscar. Mas só de pensar no desafio, em todas as dificuldade de prazo, dor de cabeça, coordenação, eu acho que vale a pena, e talvez eu seja bom nisso, espero tentar ainda essa área, vai que né.