Ultimamente minhca cabeça ta me matando, sempre fui de pensar em várias coisas, sempre tive ideias, sempre procurei soluções para problemas que não existem, sempre tive ideias de roteiro para livros, filmes, e jogos que nunca vou escrever, sempre imaginei um mundo paralelo que constantemente se encontra com esse.
Pensar sempre foi normal, pensar muito é comum para mim, inclusive acho que me canso mais com meus pensamentos do que com as coisas que faço durante o dia em si. Mas de uns tempos pra cá, é muito alto o som, as ideias vem em uma velocidade que não consigo organizar, provavel tudo por uma urgência eminente e a busca de um motivo.
As vezes ta mais dificil realizar coisas simples, porque além de não conseguir organizar, perder a noção do tempo, alguns apagões, sempre busco o momento "perfeito" para fazer algo, como ler, jogar, projetar, ligar para resolver algo.... Mas como resolve algo com alguém falando com você o tempo todo? As vezes parece que são duas pessoas, meu pensamento e meu pensamento acelerado.
E vem piorando com a busca de um propósito, não falo do proposito de ser o que nasci para fazer o resto da vida, um missão. Falo do proposito do que fazer para sobreviver, pensar que estou quase com os 27 anos, desempregado, sem perspectivas, onde tudo que me interessa parece impossível, por ser distante, faltar dinheiro, faltar outras condições, e com o tempo apertando e a voz gritando e esperando a "hora certa" fica mais difícil.
Eu de verdade sinto que venho desperdiçando minha vida, que não tenho propósito, não tenho perspectivas e nem sou bom em algo, mesmo me achando ruim, ainda tenho síndrome do impostor no pouco que tenho... E as vozes, e a pressão dificultam mais, e talvez essa pressão nem exista fora da minha cabeça...
Mas vou acreditar que falta só um empurrão, uma oportunidade onde eu me sinta últil que tudo vai mudar, enquanto isso, vou lendo um pouco, fazendo um curso ou outro, jogando um jogo ou outro e organizando e anotando os pensamentos interessantes. Talvez saia algo legal deles.
0 comentários:
Postar um comentário